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viernes, 26 de abril de 2019

As "lhamas" (Lama glama) em Machu Picchu. Vaidade e selfies


As "lhamas" (Lama glama) em Machu Picchu. Vaidade e selfies


Sabe-se que a moda das selfies é difundida em todo o mundo pela oferta maciça de smartphones (smartphones) com grande poder de geração, armazenamento e processamento de imagens de alta resolução; acessível a todos pelos baixos preços. Para alguns, o hábito de tirar uma selfie é uma moda e, portanto, temporário. Para outros, a constante criação de fotografias revela um distúrbio mental ou psicológico.

Esse problema em potencial é uma questão de seres humanos; no entanto, Machu Picchu, um animal nativo que habita este lugar, e aceita, tolera e interagir com os turistas que continuamente vêm a este lugar, parece que também tinha uma propensão para autorretratos
A "chama" (Lama glama) é esse animal, sozinho ou em companhia de turistas, procurando a câmera a ser retratada, com graça e elegância. Nestas imagens, parece que ele deliberadamente procurou a câmera.







Em outros casos, parece que ele posou como se estivesse indiferente à câmera. Você pode olhar para o infinito ou contemplar com orgulho seus domínios, seu território, a cidadela de Machu Picchu.







A "lhama" não é uma criatura solitária, como as fotos anteriores parecem indicar. Na verdade, ele coexiste com humanos, com quem ele tem uma grande afinidade.






Machu Picchu, a maravilha do mundo. Selfies com chamas, memórias obrigatórias.


Machu Picchu, a maravilha do mundo. Selfies com chamas, memórias obrigatórias.


Machu Picchu, o sonho dos viajantes de todo o mundo. Fotos de diferentes ângulos são obrigatórias. Se houver sorte e o tempo estiver bom, você terá fotos magníficas, quase pinturas. Retratos com amigos são obrigatórios, e agora selfies, uma moda a partir da qual ninguém é livre, exigem fotos com close-ups de turistas.
Mas se você não tirou selfies acompanhadas de lhamas (Lama glama), animais ancestrais da cultura andina, não se pode dizer que a viagem foi ótima

Alguns viajantes, calmos ou com medo de serem cuspidos pela chama, limitam-se a tirar fotos mantendo uma distância prudente. Enfim, as fotos são boas





Os viajantes mais confiantes, depois de observar que nada acontece com outros turistas, aproximam-se, acariciam os animais, entram em confiança e se preparam para as fotos da memória.







Alguns mais ousados ​​e carinhosos, se atrevem a beijar as chamas. Parece que eles gostam, porque neste caso, eles não cuspiram.




Onde o comportamento dos animais é intrigante é quando o viajante faz caretas, gestos engraçados e, como mostram os instantes, é difícil saber se as chamas (Lama glama) intuem as caretas que o turista fará e fará o mesmo. Na verdade, não se sabe se os humanos imitam as chamas ou as chamas imitam os humanos.









Uma foto sensacional. Como se tivessem sido treinados, as chamas descansam em silêncio com uma dama. É possível ver uma composição cuidadosa na qual as chamas entendiam o que deveriam fazer. Admirável.